quinta-feira, 16 de maio de 2013


Na Idade Média, poucos tinham acesso à educação, dentre eles pessoas ligadas à Igreja e filhos de nobres que geralmente iam estudar no exterior. No Brasil atual, pelo menos na teoria, quase todos os cidadãos possuem acesso à educação, entretanto, na maioria das vezes não a valorizam e a mesma acaba sendo bastante precária.

De acordo com a Unesco, o Brasil ocupa a 88ª posição no ranking do desenvolvimento educacional. Tal precariedade provém de diversos aspectos: Falta de estrutura das escolas, baixa qualificação dos professores, desinteresse da comunidade escolar, necessidade de investimentos governamentais, entre tantos outros exemplos.

A problemática da falta de estrutura das escolas acaba interferindo muito na aprendizagem. Existem escolas brasileiras que não possuem salas equipadas, e até mesmo faltam banheiros e água encanada. No entanto, este não é o único problema. O desinteresse dos alunos, que as vezes desistem no decorrer do ano ou chegam ao absurdo de freqüentar a escola apenas para conseguir auxílio do governo, agrava esse problema ainda mais.

Outra questão que merece destaque é a realidade dos professores. Segundo dados do IPEA, apenas 20% dos professores escolheram o magistério como 1ª opção de profissão, e dentre eles cerca de 15% eram considerados bons alunos. Outra observação diz respeito aos salários destes profissionais, que por serem relativamente baixos, acabam não servindo de incentivo aos futuros mestres, o que afeta diretamente na má qualidade da educação brasileira.

Para amenizar essa problemática, o governo deveria investir mais na educação, melhorando as estruturas das escolas, os salários dos seus profissionais, entre outros. No entanto, vale ressaltar que a participação dos cidadãos é de suma importância, começando pela conscientização do papel educacional, pois só com uma ação conjunta esse problema será amenizado.

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